"In your brown eyes

I walked away

In your brown eyes

I couldn't stay"

Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Only By The Night

Hello! :D

Apeteceu-me agora vir postar o capitulo 10 e foi o que vim fazer u.u

I hope you like it! ;D

Bjo. <3

 

 

 

10º Capitulo

 

 

- Então e o que tu e o Bill fazem nos vossos tempos livres? – Kim questionou em meio a uma conversa que tinha a finalidade de se conhecerem melhor um ao outro.

 

- Nós temos uma espécie de banda de garagem com mais dois amigos. Sempre estivemos ligados à música desde pequenos. E quando conhecemos o Gustav e o Georg e soubemos que tocavam bateria e baixo foi a nossa oportunidade e começamos a fazer música, juntos. – Sorriu.

 

- Então, se tu és o guitarrista, o Bill é o vocalista, certo? – Quis confirmar.

 

Tom anuiu. – O meu irmão canta e encanta com aquela voz. – Arfou orgulhosamente. – E tu? – Devolveu a pergunta. – O que costumas fazer nos teus tempos livres?

 

- Hum… para ser sincera, eu nunca tive liberdade quando morava com os meus pais. – Bufou apoiando a cabeça nas costas do sofá e olhando o tecto. – A minha vida sempre fora casa - escola; escola – casa. – Revirou os olhos.

 

Ele mirou-a, cruzando as pernas.

 

- De certeza que fazias alguma coisa… - Pressionou. E, ao vê-la corada, teve a certeza das suas certezas. – Não me queres dizer. – Concluiu.

 

Ela assentiu com a cabeça e brincou com os cabelos mais enxugados.

 

- Tudo bem, escusas de ficar com essa cara.

 

- Que cara? – Exaltou-se.

 

- E nervosa. – Continuou, rindo.

 

- Não sejas idiota. – Centrou as atenções na televisão e bocejou.

 

Por momentos estiveram calados, até que Tom entoou numa gargalhada que parecia não ter fim. Puxou o pijama da rapariga e notou as suas meias demasiado infantis.

 

- Gosto… muito do teu pijama. – Gozou – E das meias também! – Abraçou a barriga de tanto rir.

 

- Desculpa?!

 

- Apenas te desculpo se deres uma voltinha com o que tens vestido.

 

As bochechas de Kimberly encheram-se de ar. Cerrou o punho com força e fê-lo embater na coxa do mais velho. Ele riu, queixando-se ao mesmo tempo.

 

- Isso é o quê? – Apontou para o peito da jovem – Vaquinhas ou porquinhos?

 

- Acho que são mais Tomzinhos! – Atirou-se para cima do de tranças.

 

Entre risos e gargalhadas Kim dava murros no peito do rapaz de tranças, de maneira a não magoá-lo… muito! Tom queixava-se, mas nunca parava de rir.

As risadas ecoavam pelo apartamento inteiro, e os dois quase que podiam ter a certeza de que dali a um bocado, se continuassem, teriam a vizinhança toda à porta.

O cansaço já era muito pela parte de ambos. E não demorou até os dois pararem exaustos de tanta brincadeira. A rapariga deixou-se ficar sobre o tronco musculado do seu tão mais recente amigo. Suspirou ofegante, tentando controlar a sua respiração descompassada e deitou a cabeça sobre o peito esbaforido do moreno.

Já mais calmo, Tom começou a fazer pequenas festas nos cabelos morenos da rapariga acima de si. Sorriu, observando-a fechar os olhos e render-se ao cansaço e às carícias que aquele afago lhe proporcionavam.

Suspirou uma vez mais e pouco depois entregou-se ao mundo dos sonhos.

 

*


Os dois seres dormiam entabulados no sofá.

Um braço de Tom roçava no chão enquanto que o outro repousava junto das costas de Kimberly. Ele soltou um grunhido imperceptível e tentou mudar de posição, mas inconscientemente não o conseguiu fazer, pois sentia um peso em cima de si.

Revirou-se no sofá, levando atrás o corpo inerte, adormecido, que estava sob si. Envolveu-o com os seus braços e levou-o a ficar completamente encurralado entre si e o sofá.

Quando o silêncio parecia ser o melhor amigo daqueles dois. Foram traídos pelo toque irritante do telemóvel do rapaz. Ele apertou Kim com força para si, de maneira a que ela fizesse o barulho parar, mas, simplesmente replicou, voltando a afundar-se no calor corporal que lhe era transmitido.

 

- Mas que merda… - Ele esticou um braço, sem se voltar e de olhos fechados. Tacteando até encontrar o telemóvel. Mal o achou, premiu a tecla que já tão bem conhecia e encostou o aparelho ao ouvido. – Tom Kau…

 

– “Onde estás meu grandessíssimo cabrão, retardado, atrasado mental, otário, irmão de meia tigela?!” – Bill gritou do outro lado do telefone.

 

- Hm? – Balbuciou, sem se aperceber da situação. – Estou a dormir com a Kimberly, falamos amanhã. – Calou-se.

 

– “O quê? Dormir com a Kimberly? Foste para a cama com ela? Tom Kaulitz explica-te!

 

- Não. Estamos no sofá. Foi mais prático… - Balbuciou.

 

“Tom, tu n…

 

- Também te adoro, mano. – Desligou.

 

Mandou o telemóvel para cima da pequena mesa de centro, arrependendo-se logo de seguida, assim que este produziu um ruído demasiado barulhento para aquela altura ao embater no tampo de vidro.

Voltou a acomodar-se na sua posição anterior e sorriu assim que sentiu novamente o sono apoderar-se de si.

Pouco depois ouviu-se a chave a rodar e a porta do apartamento abriu-se, revelando uma Mia completamente exausta. Nem se preocupou em acender a luz. Apenas voltou a fechar a porta e dirigiu-se, mesmo às cegas, para o seu quarto, deitando-se completamente vestida sobre a sua cama.

 

*

 

Os raios de sol fizeram questão de incidir sobre os rostos de ambos os jovens, que dormiam tranquilamente no sofá, naquele preciso precioso momento em que nenhum dos dois queria ou sonhava sequer em acordar.

Tom grunhiu, levando uma mão ao rosto e esfregando os olhos, completamente sonolento. Resmungou algo imperceptível e tentou levantar-se, mas tal processo foi interrompido assim que sentiu Kim sobre si e uma dor imensa nas suas costas.

Abriu um olho para tentar perceber o que se passava, mas, foi então, quando viu o corpo feminino, a dormir sob o seu, que entendeu a razão de não conseguir levantar-se.

 

- Auch! – Ele queixou-se com a forte dor nas costas, pescoço e ombros. – Kim… - Tentou tirá-la de cima do seu tronco sem a despertar, mas em vão, a rapariga acordou de imediato. Sentando-se na berma do sofá.

 

- O que aconteceu? – Olhou em volta, como se estivesse em pânico. – O que estamos a fazer na sala?

 

- Adormecemos aqui. – Arqueou o sobrolho e vestiu a sua t-shirt assim que sentiu frio.

Oiço: Time of dying - Three Days Grace

By мєℓαηιє кαυℓιтz às 19:44
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